Mundo
Guerra no Médio Oriente
Israel ataca alvos atribuídos ao Hezbollah no sul do Líbano
Os ataques aéreos tiveram lugar após as Forças de Defesa de Israel emitirem ordens de evacuação em Kfar Hatta. Segundo Telavive, cumpriram o objetivo de destruir infraestruturas militares do grupo xiita Hezbollah, incluindo depósitos subterrâneos.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) atacaram vários alvos atribuídos ao Hezbollah no sul do Líbano. Terão sido destruídos, no domingo, depósitos de armazenamento de armas do Hezbollah e uma pessoa terá morrido.
A imprensa libanesa dá conta de mais de uma dezena de ataques a edifícios residenciais, que causaram “danos significativos” e que se estenderam a várias cidades do sul do país. Várias pessoas terão fugido para a capital, Beirute.
A ofensiva israelita provocou um morto, alegadamente “envolvido em tentativas de reconstruir infraestruturas militares da organização terrorista Hezbollah”, de acordo com as IDF. No entanto, a imprensa local libanesa identifica a vítima como sendo Mohammed Adel Al-Saghir, membro do conselho municipal de Bint Jbeil.Em comunicado, a autarquia lamenta a morte de Jbeil, “assassinado […] num ataque do inimigo sionista enquanto cumpria seu dever cívico”.
Os ataques ocorreram num contexto de escalada das ações israelitas e após as Forças Armadas libanesas anunciarem a conclusão da primeira fase do desarmamento do grupo radical xiita Hezbollah a sul do rio Litani, a 29 quilómetros da fronteira com Israel. No entanto, Israel considerou insuficientes as ações promovidas por Beirute para o desarmamento do grupo.Pelo menos 350 pessoas foram mortas em ataques israelitas no Líbano desde o cessar-fogo assinado em novembro de 2024, segundo dados do Ministério da Saúde libanês.
O grupo fundamentalista tem sido descrito como um “Estado dentro do Estado”, afirmando ter uma força paramilitar de 100 mil milicianos, financiada pelo regime iraniano.
O Hezbollah está em guerra com Israel desde os ataques de 7 de outubro de 2023, tendo sofrido várias baixas, incluindo o assassinato do seu líder, Hassan Nasrallah, em 2024, por parte das IDF.
Em setembro de 2025, o Governo libanês aprovou um plano destinado a desarmar os grupos paramilitares a atuar no país, sobretudo o Hezbollah, para centralizar a força militar no Estado, após forte pressão internacional, mas ainda não concretizado. O grupo recusa o desarmamento, alegando ser uma tentativa de “enfraquecimento” do Líbano por parte dos Estados Unidos e de Israel.
A imprensa libanesa dá conta de mais de uma dezena de ataques a edifícios residenciais, que causaram “danos significativos” e que se estenderam a várias cidades do sul do país. Várias pessoas terão fugido para a capital, Beirute.
A ofensiva israelita provocou um morto, alegadamente “envolvido em tentativas de reconstruir infraestruturas militares da organização terrorista Hezbollah”, de acordo com as IDF. No entanto, a imprensa local libanesa identifica a vítima como sendo Mohammed Adel Al-Saghir, membro do conselho municipal de Bint Jbeil.Em comunicado, a autarquia lamenta a morte de Jbeil, “assassinado […] num ataque do inimigo sionista enquanto cumpria seu dever cívico”.
Os ataques ocorreram num contexto de escalada das ações israelitas e após as Forças Armadas libanesas anunciarem a conclusão da primeira fase do desarmamento do grupo radical xiita Hezbollah a sul do rio Litani, a 29 quilómetros da fronteira com Israel. No entanto, Israel considerou insuficientes as ações promovidas por Beirute para o desarmamento do grupo.Pelo menos 350 pessoas foram mortas em ataques israelitas no Líbano desde o cessar-fogo assinado em novembro de 2024, segundo dados do Ministério da Saúde libanês.
O grupo fundamentalista tem sido descrito como um “Estado dentro do Estado”, afirmando ter uma força paramilitar de 100 mil milicianos, financiada pelo regime iraniano.
O Hezbollah está em guerra com Israel desde os ataques de 7 de outubro de 2023, tendo sofrido várias baixas, incluindo o assassinato do seu líder, Hassan Nasrallah, em 2024, por parte das IDF.
Em setembro de 2025, o Governo libanês aprovou um plano destinado a desarmar os grupos paramilitares a atuar no país, sobretudo o Hezbollah, para centralizar a força militar no Estado, após forte pressão internacional, mas ainda não concretizado. O grupo recusa o desarmamento, alegando ser uma tentativa de “enfraquecimento” do Líbano por parte dos Estados Unidos e de Israel.